Que seus sonhos se realizem na mesma proporção
Em que as suas realidades se tornem sonhos
Sem efeitos: o que eu tenho pra te oferecer muda sob o teu olhar
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Rei bobo
Nos desafetos jogados como poeira para debaixo do tapete,
Em meio à tanta ignorância e fingimento, ao acaso.
Cansado como um velho que não pode sustentar seus filhos,
Me venda! E banque todos os seus vícios com o lucro.
Como valho tão pouco, talvez só dê para uma cervejinha gelada,
Mas corra e conte ao seus amigos, para eles se invejarem.
Quem sabe, valente e despido, consiga me dizer a verdade,
Afinal, masculinidade e honra são sinônimos, não é?
Em meio à tanta ignorância e fingimento, ao acaso.
Cansado como um velho que não pode sustentar seus filhos,
Me venda! E banque todos os seus vícios com o lucro.
Como valho tão pouco, talvez só dê para uma cervejinha gelada,
Mas corra e conte ao seus amigos, para eles se invejarem.
Quem sabe, valente e despido, consiga me dizer a verdade,
Afinal, masculinidade e honra são sinônimos, não é?
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Pequena
Dormi do seu lado no que eu guardo como a melhor de todas as noites.
Acordei sozinho, sem aquele calor, sem os olhinhos amassados.
Sem observar aquele sono leve de quem parece sorrir sonhando.
Em busca de explosões de alegria, me perdi por completo.
Corri para o chuveiro em busca de um despertar com um banho frio.
Mas ainda assim ficava difícil, parecia que a melodia não existia, que era fruto da imaginação.
Eu dizia a você mesmo que sentia a sua falta.
E preferia acreditar que aquilo tudo não tinha sido sonho.
Deitei de novo e esperei acordar em uma tarde de domingo.
Com algumas histórias para contar.
Acordei sozinho, sem aquele calor, sem os olhinhos amassados.
Sem observar aquele sono leve de quem parece sorrir sonhando.
Em busca de explosões de alegria, me perdi por completo.
Corri para o chuveiro em busca de um despertar com um banho frio.
Mas ainda assim ficava difícil, parecia que a melodia não existia, que era fruto da imaginação.
Eu dizia a você mesmo que sentia a sua falta.
E preferia acreditar que aquilo tudo não tinha sido sonho.
Deitei de novo e esperei acordar em uma tarde de domingo.
Com algumas histórias para contar.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Coluna avertebral
Antes ser um artista timorata
Que um crítico corajoso.
Besteira, serei qualquer coisa. Desde que você não me entenda.
Que um crítico corajoso.
Besteira, serei qualquer coisa. Desde que você não me entenda.
Amor
O que fizeram com você, amigo? Era garboso e cheio.
Famoso por ser cego, vir na hora certa, tirar o fôlego.
Hei de assumir, um verdadeiro gênio. Virtuoso.
Hoje, vejo fraco, na boca dos medíocres, na sarjeta intelectual.
Qualquer um pode ser "seu", qualquer um sabe quem é, já experimentou.
E que diabos é esse coração? Se eu te conheço bem, deve estar enfurecido com essa logomarca.
Sem falar em letras de bandas de garagem, postais eletrônicos, alianças, flores, carros, hotéis luxuosos.
Céus, você não era invisível?
Ora bolas, ou mude seus conceitos ou o nome de uma vez. Porque há muito que está assumidamente falido.
Famoso por ser cego, vir na hora certa, tirar o fôlego.
Hei de assumir, um verdadeiro gênio. Virtuoso.
Hoje, vejo fraco, na boca dos medíocres, na sarjeta intelectual.
Qualquer um pode ser "seu", qualquer um sabe quem é, já experimentou.
E que diabos é esse coração? Se eu te conheço bem, deve estar enfurecido com essa logomarca.
Sem falar em letras de bandas de garagem, postais eletrônicos, alianças, flores, carros, hotéis luxuosos.
Céus, você não era invisível?
Ora bolas, ou mude seus conceitos ou o nome de uma vez. Porque há muito que está assumidamente falido.
Clube da Luta
Eu não sei quem sou eu mesmo.
Durmo no corpo de outra pessoa e acordo no seu.
Tentáculos ensopados em seus seios hostis.
Descambo para o inseguro, passo horas acordado.
E quando me pergunta se é isso mesmo que quero eu finjo que não entendi.
Dou-lhe um pontapé que só acerta a mim mesmo.
E tento correr para a direção contrária.
Durmo no corpo de outra pessoa e acordo no seu.
Tentáculos ensopados em seus seios hostis.
Descambo para o inseguro, passo horas acordado.
E quando me pergunta se é isso mesmo que quero eu finjo que não entendi.
Dou-lhe um pontapé que só acerta a mim mesmo.
E tento correr para a direção contrária.
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